Estou, por estes dias, em mini férias. Parte descanso, parte trabalho.
Talvez por isso não percebo nada desta noticia.
É que uma coisa é a representação de uma força politica que deve ser aferida em função do numero de votos e outra, com excepção do Presidente de Junta, a distribuição dos lugares.
Num país de pareceres e de juristas adorava ver a justificação, minimamente inteligente, para um partido ter eleito 4 elementos e contar agora com 5.
Não estou a falar de substituições no caso dos eleitos ocuparem lugares no executivo.
Alguem sabe onde se pode encontrar um desses magnificos pareceres?
Os juristas por favor, não.
"...dialéctica viva suscitadora simultaneamente do bem e do mal, do senhor e do servo, um ao outro unidos como corpo à sua sombra." Eduardo Lourenço
2010/08/05
2010/07/30
Mentes sensíveis

Tenho lido vários comentários, em diversos blogues, sobre o ataque que é feito pela justiça ao pobre Eng. Sócrates.
De tão sensíveis que são, estas almas, optaram por ocupar a parte do cérebro destinada à inteligência e racionalidade com sensibilidade.
Os resultados estão a vista.
Se não vos doer façam lá um esforço.
Pelo menos formalmente, existe em Portugal uma coisa chamada separação de poderes.
O poder Judicial deve ser independente do poder político (legislativo e executivo).
O poder judicial administra a justiça. Não faz as leis e não dá os meios para executar essas mesmas leis. Tudo isto é responsabilidade do poder político.
Um poder político sério, honesto e dotado de um mínimo de sentido de estado e de defesa da coisa pública, cria leis de forma correcta e dá os meios para que estas sejam aplicadas.
Em Portugal não é assim. O poder político procurou sempre subverter as regras do jogo. Quando já não era possível faze-lo apenas com alterações legislativas e falta de meios começou a seduzir a classe judicial. São as nomeações, os convites para deputados, cargos internacionais etc.
Não foi a política que foi judicializada. Foi a Justiça que foi politizada.
E foi porque a classe política cria ter um poder consagrado na constituição como independente no bolso. Encontrou na área da justiça quem estivesse disponível para o frete (alguns com gosto e manifesto talento).
Se os políticos criarem leis decentes, que sejam possíveis de colocar em prática e que os tribunais e a investigação tenham meios para desempenhar as suas tarefas o problema fica, esmagadoramente, resolvido.
Acham que os políticos querem isso? Não.
Preferem um sistema miserável mas que, apesar de tudo, ainda controlam, a um sistema que cumpra os desígnios do Estado de Direito. Todos os cidadãos são iguais perante a lei.
2010/07/28
Parabéns

Aos residuais, Politica de choque, Outra margem e Politicazinha.
O Migdar não chega a ser residual, é muito residual, e por isso não vai adoptar
a distinção.
Vai continuar pelos juniores e a assistir ao jogo dos seniores.
Uma espécie de apanha bolas que faz uma perninha nos treinos quando não à malta suficiente.

Boa semana.
Nota: Não vale a pena tentar aumentar a imagem porque não dá para ver nada. Já tentei mais de 10 vezes. Residuais!? Hum!
2010/07/27
Parabéns

As autoridades policiais e judiciais portuguesas são sistematicamente alvo de críticas.
Não partilho desta opinião.
Num país em que a corrupção, a cunha e o tráfico de influências é feito às claras conduzir uma investigação que não chegue a lado nenhum, que não consiga provas de nada e mesmo assim deduzir uma acusação destas sem se rirem, ou corarem de vergonha não é fácil.
Está bem. Se é assim
“o que é que achas, a Figueira da Foz ainda tem hipóteses de se erguer e precipitar no mar ou a Figueira já secou de vez?”.
Ou
"Quando estávamos á beira do abismo, tomámos a decisão certa: demos um passo em frente" - João Manuel Pinto
Dizer não ao rock no forte que custaria 15 mil euros aos cofres municipais!
Mesmo que fosse de borla no CAE, alguém idealiza rock sem forte, muito pó e esplanada por perto?! Todos, por favor, todos, à manifestação contra esta prepotência autárquica!
Pronto, Pedrosa apenas pensa que na FGT e na Câmara há uns tansos que não se preocupam com a segurança dos espectadores de concertos, que não reforçaram a estrutura do palco nem procuraram compreender se o Instituto de Meteorologia previa ventos fortes para os dias dos espectáculos.
Ontem à noite José Cid actuou sem qualquer problema, esta noite não temos, também, nenhuma tempestade à vista. Ainda por cima provou-se que este é o melhor local para instalar palco para concerto, a audiência pode ser duplicada com a esplanada Silva Guimarães a servir de 1º Balcão.
Ou
"Juskowiak, a vantagem de ter dois pés." - Gabriel Alves
"O difícil, como vocês sabem, não é fácil" (Jardel - Sporting)
e como sabem
"Não são os super-sumos dos analistas..."
Luis Filipe Vieira, aos jornalistas, em Bystrica, sobre as supostas manobras de desestabilização.
de facto
"É uma falta de ingratidão - ÁLVARO MAGALHÃES.
Ou
"Quando estávamos á beira do abismo, tomámos a decisão certa: demos um passo em frente" - João Manuel Pinto
Dizer não ao rock no forte que custaria 15 mil euros aos cofres municipais!
Mesmo que fosse de borla no CAE, alguém idealiza rock sem forte, muito pó e esplanada por perto?! Todos, por favor, todos, à manifestação contra esta prepotência autárquica!
Pronto, Pedrosa apenas pensa que na FGT e na Câmara há uns tansos que não se preocupam com a segurança dos espectadores de concertos, que não reforçaram a estrutura do palco nem procuraram compreender se o Instituto de Meteorologia previa ventos fortes para os dias dos espectáculos.
Ontem à noite José Cid actuou sem qualquer problema, esta noite não temos, também, nenhuma tempestade à vista. Ainda por cima provou-se que este é o melhor local para instalar palco para concerto, a audiência pode ser duplicada com a esplanada Silva Guimarães a servir de 1º Balcão.
Ou
"Juskowiak, a vantagem de ter dois pés." - Gabriel Alves
"O difícil, como vocês sabem, não é fácil" (Jardel - Sporting)
e como sabem
"Não são os super-sumos dos analistas..."
Luis Filipe Vieira, aos jornalistas, em Bystrica, sobre as supostas manobras de desestabilização.
de facto
"É uma falta de ingratidão - ÁLVARO MAGALHÃES.
2010/07/25
Nada é de repente.
Continuem agarrados aos discursos, palavras vazias, que a realidade continua.
"Mas com esta, juridicamente correcta, decisão do TC, do passado dia 12 de Maio e caso a mesma se venha a confirmar em futuros processos, o que é natural, a possibilidade de prescreverem numerosos crimes praticados ao longo dos últimos anos é enorme. Se o bastonário da Ordem dos Advogados já tinha anteriormente alertado para o risco de prescrição dos crimes em causa no "processo casa Pia", com este entendimento da prescrição, não estamos já perante um risco, mas uma certeza. Neste, como noutros casos."
"Mas com esta, juridicamente correcta, decisão do TC, do passado dia 12 de Maio e caso a mesma se venha a confirmar em futuros processos, o que é natural, a possibilidade de prescreverem numerosos crimes praticados ao longo dos últimos anos é enorme. Se o bastonário da Ordem dos Advogados já tinha anteriormente alertado para o risco de prescrição dos crimes em causa no "processo casa Pia", com este entendimento da prescrição, não estamos já perante um risco, mas uma certeza. Neste, como noutros casos."
2010/07/23
Sexta feira

E o oráculo da verdade da blogosfera figueirense ainda não se pronunciou sobre a verdade da gestão autárquica e demais assuntos do território municipal.
Aguardo ansiosamente.
Nota: Ainda só contei 350 pessoas que já critiquei. Enquanto não contar todas não estou, obviamente, habilitado a divagar sobre revelações. Contudo, e como este blogue é manifestamente residual, lá vou dizendo alguma coisita.
2010/07/21
Viva a constituição
Apoio para estacionar
Os motoristas da Carris recebem um subsídio para estacionar os veículos e abastecerem-se de bilhetes e um outro por os venderem nos autocarros. O Tribunal de Contas questionou este subsídios, que custaram à empresa cerca de 4,5 milhões de euros, em 2007, e recomenda a sua progressiva eliminação.
O Tribunal de Contas considera que preparar e estacionar veículos é uma tarefa indissociável da função de condução, pelo que não deveria implicar um pagamento suplementar. Por outro lado, este subsídio também visa compensar os motoristas por prestarem contas da venda de bilhetes, uma tarefa pela qual indirectamente já recebem outro subsídio: o de agente único.
"Os condutores recebem o subsídio de agente único por desempenharem a função de cobrador, que desapareceu", explica ao CM Sérgio Monte, do Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes (SITRA). Por outro lado, recebem o subsídio complementar de condução para estacionar e "irem buscar os bilhetes", tarefas que desempenham fora do seu horário de trabalho, de 40 horas semanais, concretiza Sérgio Monte. O TC considera, na auditoria que fez à Carris, que estes subsídios não estimulam a produtividade "nem decorrem de tarefas especiais que os justifiquem".
Custaram à empresa cerca de 4.5 milhões euros. Há empresa não. Aos contribuintes que a carris é publica.
Mas isto não choca pois não?
E se vissem a folha de ordenado dos funcionários do metro então……………….
Os motoristas da Carris recebem um subsídio para estacionar os veículos e abastecerem-se de bilhetes e um outro por os venderem nos autocarros. O Tribunal de Contas questionou este subsídios, que custaram à empresa cerca de 4,5 milhões de euros, em 2007, e recomenda a sua progressiva eliminação.
O Tribunal de Contas considera que preparar e estacionar veículos é uma tarefa indissociável da função de condução, pelo que não deveria implicar um pagamento suplementar. Por outro lado, este subsídio também visa compensar os motoristas por prestarem contas da venda de bilhetes, uma tarefa pela qual indirectamente já recebem outro subsídio: o de agente único.
"Os condutores recebem o subsídio de agente único por desempenharem a função de cobrador, que desapareceu", explica ao CM Sérgio Monte, do Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes (SITRA). Por outro lado, recebem o subsídio complementar de condução para estacionar e "irem buscar os bilhetes", tarefas que desempenham fora do seu horário de trabalho, de 40 horas semanais, concretiza Sérgio Monte. O TC considera, na auditoria que fez à Carris, que estes subsídios não estimulam a produtividade "nem decorrem de tarefas especiais que os justifiquem".
Custaram à empresa cerca de 4.5 milhões euros. Há empresa não. Aos contribuintes que a carris é publica.
Mas isto não choca pois não?
E se vissem a folha de ordenado dos funcionários do metro então……………….
Viva a igualdade.
Enquanto alguns otários tiverem a felicidade de ter trabalho o caminho para o socialismo vai continuar.
Com a dependência, directa ou indirecta, que grande parte da população tem de dinheiro público qualquer alteração que possa mudar este estado de coisas vai sempre dar ao mesmo lado. Lado nenhum.
Igualdade? Se igualdade é continuar a sustentar este estado de coisas então paguem-na.
Basta consultar.
Com a dependência, directa ou indirecta, que grande parte da população tem de dinheiro público qualquer alteração que possa mudar este estado de coisas vai sempre dar ao mesmo lado. Lado nenhum.
Igualdade? Se igualdade é continuar a sustentar este estado de coisas então paguem-na.
Basta consultar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

