Apenas folheei o livro. Vi o filme como muitos de nós.
Fica como leitura de fim de semana. Fica pela qualidade que muitos lhe reconhecem e para chamar à atenção para o seguinte. Antes, como hoje, os livros e as bibliotecas são fundamentais. Antes, como hoje, o obscurantismo permanece em muitas mentes. Antes, como hoje, a abertura de espírito é fundamental e deve ser independente das nossas convicções e posições ideológicas, religiosas ou outras.
"...dialéctica viva suscitadora simultaneamente do bem e do mal, do senhor e do servo, um ao outro unidos como corpo à sua sombra." Eduardo Lourenço
2008/10/18
2006/10/23
Será assim
Estamos sempre com o mesmo problema. Nada se discute, as perspectivas de cada um só valem na medida em que produzirem ruído e tiverem meios de expressão. A lei da união de facto foi criada com 2 objectivos. Cada parte defende o seu. Um permitir aos casais homo ou heterossexuais que vivessem juntos (diferente de em economia comum) usufruírem de um conjunto de direitos que lhes estavam vedados; para outros era um passo para a legalização do casamento de casais homossexuais. Em qualquer dos casos é bom lembrar que a união de facto é precária por natureza em relação aos casais heterossexuais. Qualquer pessoa minimamente sensata vê que não faz sentido o estado regular a mesma situação para as mesmas pessoas, com os mesmos efeitos, com dois contratos diferentes. Ninguém é obrigado a casar por qualquer forma religiosa. Se eu viver com alguém tenho de optar ou por um regime ou por outro. Diferente é a situação dos casais homossexuais, uma vez que não têm a possibilidade de casar. Aqui chegados é a minha humilde opinião que o problema é fácil de resolver se houver cedências de todas as partes. Começar por discutir se, se fazem alterações ao instituto do casamento ou se modifica por completo o mesmo. Ex: passa a existir apenas um conjunto de regras relativamente aos deveres dos cônjuges e em tudo o resto, excepto a violação de princípios gerais de direito (ex: dignidade da pessoa humana) cada casal, independentemente do sexo estipula o seu regime contratual. A fazer alterações penso que a mais sensato era acabar com a palavra casamento no civil e então ficaria o problema resolvido. Para o estado haveria a união civil e a união de facto a disponibilidade de todos os cidadãos independentemente do sexo. A designação casamento ficaria para quem casasse pela religião católica, os budistas, hindus, muçulmanos judeus e demais confissões religiosas teriam o seu nome próprio, que penso que já hoje assim o é dentro de cada uma delas. O estado através de convenções com as respectivas religiões faria estender automaticamente os efeitos da união civil a cada forma religiosa. Desta forma respeita-se os direitos individuais de cada um. Outra coisa diferente é andar sempre a achavascar tudo o que é religião, ou convicções morais e religiosas, sendo estas tratadas como capricho dos próprios, sem o mínimo de respeito pelos outros. O inverso, tratar como tara ou doença também acontece. Penso esta questão deve ser tratada com respeito pelas posições de cada um e lembrando que a lei nunca poder dar o reconhecimento que apenas a sociedade pode dar, e este é sempre mais lento e se retirarem a uma parte da sociedade, por sinal maioritária, uma das coisas que lhe serve, boa ou má, de referencia, o efeito é contrario. Em ultima analise deixem aqueles a quem o sentimento religioso tem um significado forte, o nome, e estenda-se os efeito legais que não têm nem podem ter religião
2006/10/20
CÂO
Porque dizeres de alguém que esta «abaixo de cão»? Podem censurar-te a petulância de julgares esse alguém abaixo de ti.
Vergílio ferreira.
Vergílio ferreira.
2006/08/04
gostava de me sentir sempre assim!!!!!
Temos, pois, que nos arriscar a ser homens e, enquanto homens, fazermos o que pudermos para alcançar a independencia conquistada.sofreremos então sem queixume, desesperar-nos-emos sem nos afundarmos, abalados mas nunca completamente derrubados quando suspensos na intima independencia que em nós se gera.
Karl Jaspers
Karl Jaspers
2005/12/03
O que pensar da actuação do Parlamento hoje? Pontos positivos e negativos?Razões para a sua qualidade ou falta dela?
"A câmara não tem interesse pelo país.É necessário prová-lo?Que lhe importa a ela o país, a sua organização, o seu progresso?Com que instituições o dota?que melhoramentos lhe dá?O que faz pela instrução, pela educação, pela agricultura, por tudo?Nem um olhar.A câmara discute ministérios, partidos, bispos, arcebispos, corrilhos, camarilhas, centros, faz barulho vocifera!A câmara é um baralho de cartas com que chefes hábeis fazem uma partida de voltarete.É um pais quem leva os codilhos.Que fez esta sessão?viveu estéril!O seu epitafio há-de ser:-Aqui jaz o bocejo da pátria!"
"texto retirado de AS Farpas de Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão,pagina 49 junho de 1871"
"texto retirado de AS Farpas de Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão,pagina 49 junho de 1871"
2005/11/30
O Livro Do Desassossego
O homem não deve poder ver a sua própria cara.Isso é o que há
de mais terrivel.A natureza deu-lhe o dom de não a poder ver, as-
sim como de não fitar os seus proprios olhos.
Só na água dos rios e dos lagos ele podia fitar o seu rosto.E a pos-
tura, mesmo, que tinha de tomar, era simbólica.Tinha de se curvar,
de se baixar para cometer a ignomínia de se ver.
O criador do espelho envenenou a alma humana.
Fernando Pessoa.
(as fotografias humm..,quem sabe.)
de mais terrivel.A natureza deu-lhe o dom de não a poder ver, as-
sim como de não fitar os seus proprios olhos.
Só na água dos rios e dos lagos ele podia fitar o seu rosto.E a pos-
tura, mesmo, que tinha de tomar, era simbólica.Tinha de se curvar,
de se baixar para cometer a ignomínia de se ver.
O criador do espelho envenenou a alma humana.
Fernando Pessoa.
(as fotografias humm..,quem sabe.)
Ota:interrogações.(quem souber responda)
- A justificação para o aumento do numero de passageiros tem a ver com a procura interna ou o interesse externo na vinda a portugal.
- OTA,plataforma atlantica de entrada na Europa,ou,sustentada pelo desenvolvimento interno portugues.
- Quais as areas do projecto vão desenvoler,ou,utilizar tecnologia criada em portugal ou maioritariamente portuguesa.
- Que especie de mao de obra vai ser utilizada:qualificada ( obvio) mas qual;e dessa que quantidade é recrutada em portugal.
- que quantidade de mão de obra não qualificada vai ser utilizada(e muito naturalmente recrutada na imigração),e qual a politica do governo para a gestão deste fluxo de mão de obra num pais onde a mao de de obra já é pouco qualificado.
- quais as areas da economia necessitam de um aeroporto com estas caracteristicas,para se desenvolverem ou pelo menos para não deixarem de existir.
- com ota,auto estradas,tgv,e, uma vez que não podemos andar nestes equipamentos todos os dias nem ao mesmo tempo,como promover um politica integrada e sustentavel de transportes(basta ver as contas das scuts,cp,transportes do tejo etc)
_estamos perante uma politica de transportes(qual?) ou de equipamentos "culturais" de visita ao fim de semana para concorrer com os "colombos"(um passeio de tgv,ou de scut e claro uma visita a ota ).
quais os criterios de afectação do risco?
quais as responsabilidades do estado.o estado vai ser responsavel por pagar quantias monstruosas pela falta de rentabilidade de um equipamento quando para o construir os consorcios privados afirmam a sua rentabilidade.E a partilha de algum risco,ao menos algum.
- OTA,plataforma atlantica de entrada na Europa,ou,sustentada pelo desenvolvimento interno portugues.
- Quais as areas do projecto vão desenvoler,ou,utilizar tecnologia criada em portugal ou maioritariamente portuguesa.
- Que especie de mao de obra vai ser utilizada:qualificada ( obvio) mas qual;e dessa que quantidade é recrutada em portugal.
- que quantidade de mão de obra não qualificada vai ser utilizada(e muito naturalmente recrutada na imigração),e qual a politica do governo para a gestão deste fluxo de mão de obra num pais onde a mao de de obra já é pouco qualificado.
- quais as areas da economia necessitam de um aeroporto com estas caracteristicas,para se desenvolverem ou pelo menos para não deixarem de existir.
- com ota,auto estradas,tgv,e, uma vez que não podemos andar nestes equipamentos todos os dias nem ao mesmo tempo,como promover um politica integrada e sustentavel de transportes(basta ver as contas das scuts,cp,transportes do tejo etc)
_estamos perante uma politica de transportes(qual?) ou de equipamentos "culturais" de visita ao fim de semana para concorrer com os "colombos"(um passeio de tgv,ou de scut e claro uma visita a ota ).
quais os criterios de afectação do risco?
quais as responsabilidades do estado.o estado vai ser responsavel por pagar quantias monstruosas pela falta de rentabilidade de um equipamento quando para o construir os consorcios privados afirmam a sua rentabilidade.E a partilha de algum risco,ao menos algum.
2005/11/29
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