São exemplos como os que podem ser lidos aqui, aqui e ainda aqui, que um partido e uma liderança começam por perder a credibilidade.
Cada vez mais longe desta politica.
"...dialéctica viva suscitadora simultaneamente do bem e do mal, do senhor e do servo, um ao outro unidos como corpo à sua sombra." Eduardo Lourenço
2010/11/24
Um Conto filme
Um concelho, uma “classe” política, e muitos anos a virar frangos.
Estória de um plano de saneamento financeiro interpretada por novos e alguns reinventados profissionais da politica.
Brevemente num concelho perto de si.
P.S.- Será que os senhores que aprovaram/concordaram com o plano de saneamento financeiro já podem divulgar o documento e já agora os resultados da auditoria.
Estória de um plano de saneamento financeiro interpretada por novos e alguns reinventados profissionais da politica.
Brevemente num concelho perto de si.
P.S.- Será que os senhores que aprovaram/concordaram com o plano de saneamento financeiro já podem divulgar o documento e já agora os resultados da auditoria.
2010/11/22
Curiosidades

Não concordo com todas as opções políticas dos governos de Cavaco Silva.
Houve aspectos positivos e negativos.
Agora, já somos todos crescidinhos para fazer avaliações com base em factos e não em fantasmas.
Para exorcizar fantasmas e banalizar asneiras já chega um dia por ano, lá mais para a Primavera.
Basta consultar e fazer as devidas correspondências.
IV Legislatura (eleição em 6 de Outubro de 1985) – Cavaco Silva
V Legislatura (eleição em 19 de Julho de 1987) - Cavaco Silva
VI Legislatura (eleição em 6 de Outubro de 1991) - Cavaco Silva
VII Legislatura (eleição em 1 de Outubro de 1995) – António Guterres/ Alegre no Parlamento
VIII Legislatura (eleição em 10 de Outubro de 1999) - António Guterres / Alegre no Parlamento
IX Legislatura (eleição em 17 de Março de 2002) – Barroso/Santana
X Legislatura (eleição em 20 de Fevereiro de 2005) –Sócrates / Alegre no Parlamento
XI Legislatura (eleição em 27 de Setembro de 2009) – Sócrates / PS e Alegre juntos em campanha
2010/11/08
Ainda o Plano.
Nojo
As capas dos jornais dão conta da disponibilidade dos chineses para nos ajudarem.
Esta gentalha chegou ao ponto em que vende tudo e hipoteca o que tem e não tem.
A falta de dignidade política chegou ao ponto de contaminar a própria dignidade do estado.
O jornalismo acéfalo e subserviente não demonstra o mínimo espírito crítico.
Ao contrário do que se vai ouvindo e lendo o problema não são as participações chinesas em determinadas empresas. Desde que, obedeçam aos critérios legais uma participação chinesa, russa ou americana não são muito diferentes.
O que se joga não são participações económicas. São participações políticas.
Numa altura em que se discute cada vez mais os problemas da globalização, da liberalização económica e do ajustamento que as economias emergentes tem/devem fazer as regras do mercado, sejam elas laborais, ambientais e, em muitos casos concorrenciais ( onde se inclui a contrafacção, e a qualidade das matérias primas utilizadas na produção de determinados produtos) a “compra de politicas e subserviências” são aquisições de valor incalculável.
A china não está a inovar. Basta ler o que se tem escrito – e bem – sobre as relações estados unidos china e china com países africanos e árabes para perceber que se trata de um padrão e de uma forma de fazer politica.
Esta política da china é inteiramente legítima. Defende os seus interesses. O que não é legítimo é a actuação do governo português e da União Europeia.
A dignidade do pessoal e do Estado não deveria ter preço. Em Portugal está em saldo.
Nota: se fossem americanos já a extrema-esquerda estava com o pito aos saltos. No fundo só o cheiro é diferente.
Onde ficam agora os interesses dos trabalhadores.
Plano de saneamento que deveria ser, antes, saneador.
Pelos vistos amanhã é votado o plano de saneamento financeiro da câmara municipal.
Não se conhece nem o plano, nem os elementos/dados que levaram a sua elaboração.
Uns optaram pelo silêncio. De facto discutir propostas políticas em Portugal só pela calada.
Outros optaram não se sabe bem porquê uma vez que nada dizem.
Depois de aprovado irão falar. Primeiro aprova-se e depois desculpa-se.
Ficamos a saber que os orçamentos participativos não passam do disparate do costume.
Ficamos a saber que um partido a uma só voz ou é para dizer disparates ou para gerir silêncios.
Ficamos a saber que os modernaços 100% são mais velhos que o discurso.
Ficamos a saber que não são alterações legislativas que dão dignidade aos órgãos municipais. A reforma das mentalidades seria a reforma do século em Portugal. A Assembleia Municipal é completamente posta de lado.
No fundo não se trata de um plano nem de uma política. Tão só a falta de dinheiro.
É pagar a alguns credores, aguentar as empresas municipais e guardar um pouco para inaugurar alguma coisa.
Pode ser que os adeptos do coreto – essa obra de regime - tenham sorte.
2010/11/04
Triste
Não cheguei à categoria de blogue residual.
Não tenho o nível político indígena para poder articular grande coisa.
No meio destas incapacidades vou tendo alguma memória.
1º - As declarações dos vereadores do PS e membros da Assembleia Municipal durante o ultimo mandato do PSD na câmara.
2º - O Livro dos senhores vereadores

3º - O programa eleitoral do PS à câmara.


( imagens "roubadas" em apoliarquia )
4º - As declarações do candidato e companhia sobre o estado da mesma.
5º - A Vitoria eleitoral ( uma espécie de Obama, sim podemos mas não agora, quem sabe um dia)
6º- Afinal é mais complicado que aquilo que dissemos ( mas não tão complicado como aquilo que sabíamos e que apregoamos aos 7 ventos).
7º - O estado do País.
8º - Uma pseudo auditoria para confirmar o que já se sabe ( ou deveria saber tendo em conta o que se afirmou anteriormente.)
9º – Que eu saiba não existem ainda os resultados da auditoria
10º – Um orçamento à rasquinha
11º - Um plano de saneamento que ainda não saiu nem é conhecido.
12º - Os dias da governação.

13º - Foram lá discutir o quê?
- Foram dizer que prometeram o que não deviam?
- Foram apresentar um atestado médico alegando amnésia durante o ano de 2009?
- Que toda a gente sabe que está mau? Isso não se discute porque é uma evidência.
- Debater os resultados da auditoria que não se conhece?
- Debater o plano de saneamento que não se conhece?
- Ouvir os lamentos?
Se queriam ter uma discussão primeiro publiquem o resultado da auditoria ( para se conhecer tecnicamente o que já se sabe), que publiquem o plano de saneamento que propõem ( não o estejam a cozinhar em silencio), que digam quais são as propostas que tem para que se possa aferir da sua viabilidade e fazer propostas em sentido contrário ou concordar com as apresentadas.
Sem isto é perder tempo e dinheiro. É pura propaganda.
Discussões podem e devem ser tidas quando todos temos o mesmo nível de informação. Sem isso é pura demagogia.
Na Figueira como no resto do País só está mal quando são outros a faze-lo. Quando são os nossos é lindo.
Gostava de saber qual terá sido a discussão que houve no pseudo debate. Com base em quê? Nos jornais. No diz que disse. Triste demasiado triste.
Não tenho o nível político indígena para poder articular grande coisa.
No meio destas incapacidades vou tendo alguma memória.
1º - As declarações dos vereadores do PS e membros da Assembleia Municipal durante o ultimo mandato do PSD na câmara.
2º - O Livro dos senhores vereadores

3º - O programa eleitoral do PS à câmara.
( imagens "roubadas" em apoliarquia )
4º - As declarações do candidato e companhia sobre o estado da mesma.
5º - A Vitoria eleitoral ( uma espécie de Obama, sim podemos mas não agora, quem sabe um dia)
6º- Afinal é mais complicado que aquilo que dissemos ( mas não tão complicado como aquilo que sabíamos e que apregoamos aos 7 ventos).
7º - O estado do País.
8º - Uma pseudo auditoria para confirmar o que já se sabe ( ou deveria saber tendo em conta o que se afirmou anteriormente.)
9º – Que eu saiba não existem ainda os resultados da auditoria
10º – Um orçamento à rasquinha
11º - Um plano de saneamento que ainda não saiu nem é conhecido.
12º - Os dias da governação.

13º - Foram lá discutir o quê?
- Foram dizer que prometeram o que não deviam?
- Foram apresentar um atestado médico alegando amnésia durante o ano de 2009?
- Que toda a gente sabe que está mau? Isso não se discute porque é uma evidência.
- Debater os resultados da auditoria que não se conhece?
- Debater o plano de saneamento que não se conhece?
- Ouvir os lamentos?
Se queriam ter uma discussão primeiro publiquem o resultado da auditoria ( para se conhecer tecnicamente o que já se sabe), que publiquem o plano de saneamento que propõem ( não o estejam a cozinhar em silencio), que digam quais são as propostas que tem para que se possa aferir da sua viabilidade e fazer propostas em sentido contrário ou concordar com as apresentadas.
Sem isto é perder tempo e dinheiro. É pura propaganda.
Discussões podem e devem ser tidas quando todos temos o mesmo nível de informação. Sem isso é pura demagogia.
Na Figueira como no resto do País só está mal quando são outros a faze-lo. Quando são os nossos é lindo.
Gostava de saber qual terá sido a discussão que houve no pseudo debate. Com base em quê? Nos jornais. No diz que disse. Triste demasiado triste.
2010/10/26
Saneamento
O PS sabia o estado financeiro da Câmara Municipal.
O PS prometeu em campanha o que sabia que não era possível fazer.
O PS mentiu.
Podemos argumentar que todos fazem o mesmo. É verdade.
Mas ao contrário do que pensam muitos socialistas que para aí andam, em blogues, e caixas de comentários, isso apenas quer dizer que o número de mentirosos é elevado.
Ainda não li o tal plano de saneamento nem sei se está disponível para consulta on line.
( se alguém souber agradeço que avise)
Agora, algumas coisas todos sabemos ou gostaríamos de saber:
- Foi pedida uma auditoria às contas da câmara. Essa auditoria Já foi feita?
- Como é que chegaram ao montante que dizem ser necessário para pagar a divida a
fornecedores?
- Essa divida foi renegociada? Em que termos?
- Em termos de fornecedores quais foram as prioridades? Montantes de divida, tipo de fornecimento de bens e serviços?
Sem estas respostas, a par das condições de financiamento e de consolidação de divida, eu não votaria qualquer plano de saneamento financeiro.
Diz a experiencia que, se não for feita uma analise económica prévia – com uma definição de critérios futuros de contratação de bens e serviços que geram este tipo de divida - qualquer saneamento financeiro visa essencialmente pagar aos mais amigos, aflitos ou incomodativos e criar uma almofada financeira para poder fazer obra ( muito confundida com obrar na gestão da coisa publica portuguesa).
Na prática uma técnica de conversão contabilística da divida existente e uma possibilidade de gastar aquilo que a realidade mostra não ser possível.
Cavaco
Ninguém é obrigado a gostar do homem.
Ninguém é obrigado a gostar da forma como exerce o mandato presidencial.
Agora das duas, uma:
Ou alteram os poderes presidenciais ou criticam a actuação do dito senhor dentro dos poderes que lhe cabem no actual regime constitucional.
O que é lamentável é assistir a criticas sem apoio na realidade constitucional e parlamentar.
O regime português por mais que teimem não é semi-presidencial.
Não se embrulhem em semântica constitucional porque a realidade está diante dos nossos olhos.
Ninguém é obrigado a gostar da forma como exerce o mandato presidencial.
Agora das duas, uma:
Ou alteram os poderes presidenciais ou criticam a actuação do dito senhor dentro dos poderes que lhe cabem no actual regime constitucional.
O que é lamentável é assistir a criticas sem apoio na realidade constitucional e parlamentar.
O regime português por mais que teimem não é semi-presidencial.
Não se embrulhem em semântica constitucional porque a realidade está diante dos nossos olhos.
2010/10/22
"Romagem à senhora da Ladeira"
Tanta promessa, tanta (in)penitência.
Vejo mais necessidade do que “santos”. “Milagres” só se for para alguns.
Bom, felizes dos que acreditam e infelizes os que acabam por gramar com tanta fé.
Vejo mais necessidade do que “santos”. “Milagres” só se for para alguns.
Bom, felizes dos que acreditam e infelizes os que acabam por gramar com tanta fé.
2010/10/19
Pois!?
Numa sociedade civil completamente amorfa, se é que alguma vez foi diferente, tudo isto é normal.
Não precisam de o fazer às escondidas.
Descubra as diferenças:
Janeiro de 2010
“Círculos do seu partido conjecturam que a ida para Ovar poderá levá-lo a desistir da corrida eleitoral interna, mas António João Paredes deixa claro que não mistura a política com o trabalho, recusando-se portanto a comentar o assunto.”
Outubro de 2010
“Vítor Batista acusa André Figueiredo de o ter aliciado com promessas de um cargo numa empresa pública para que desistisse das eleições para a Federação Distrital do PS de Coimbra.”
PS: Alguém acredita que:

Um moço que não sabe sequer se acabou a licenciatura em direito e muito menos em que universidade, se é ou não advogado – apesar do estágio ter intervenções obrigatórias e durar quase 3 anos,
juntamente com outro senhor,


secretário de estado das obras publicas, que aparece nas fotos todo contente, e por acaso é apoiante do adversário de Vítor Batista,
Poderiam ter oferecido um tacho a Vítor Batista para que este desistisse da sua candidatura á federação de Coimbra do PS.
A Sociedade portuguesa não os merece. Mais uma cabala, com toda a certeza.
2010/10/17
Quadratura do vazio
Entrevista de Lidio Lopes ( apenas na parte disponível on line diario as beiras)
Por mais oportunidades ( por mérito próprio ou pelo desenrolar das circunstancias) que a politica dê a Lidio Lopes este não consegue dar um passo em frente.
Não sai de lugares comuns. Quando mexe é sempre para lamentar ou para se queixar dos outros ou do passado.
A sua relação com a derrota nas autárquicas é sintomática. A sua atitude depois da derrota deixa poucas dúvidas sobre este percurso.
Duarte Silva teve muitas responsabilidades na derrota? Claro que sim.
Mas não foi esta a maior responsabilidade.
Com uma concelhia que soubesse o que andava a fazer – lembro que foram 4 anos miseráveis, um mandato – Duarte Silva tinha ganho. Poucas pessoas têm dúvidas. Do PSD à oposição.
Aliás que se saiba apenas relativamente a presença de Lidio Lopes nas listas houve uma tomada de posição. Não o queriam.
Os descontentes com Duarte Silva eram, na maioria, aqueles que julgavam que este não se iria recandidatar e assim poderiam formar uma lista à sua medida.
Muitos saíram do concelho de opinião ou de outros “sectores” do PSD. Muitos não perdoam que lhes tenham negado a “glória”. Aquele era o seu momento.
Os que achavam que teriam de ser presidentes, aqueles que querem chegar a casa de motorista – o top da carreira e da pobreza de espírito -, aqueles que já sendo velhos queriam ser vereadores da juventude e muitos mas muitos etcs.
Todo este cenário demonstra que a vitória era possível. Numa derrota previsível ninguém quer ir à frente. Aqui havia muitos.
Passada a eleição o percurso continuou a ser errático.
Agora com o concelho de opinião a quadratura do vazio ficou completa.
Pior.
Nas jornadas de reflexão realizadas na quinta da rolas ficou claro a posição de cada um.
A intervenção do Presidente da Junta de Freguesia dos Moinhos da Gandara foi excelente.
Houve ainda outros autarcas que tiveram importantes intervenções, não só sobre as suas dificuldades como também sobre aspectos que teriam de ser discutidos e analisados.
Outros prefiro não comentar.
Mas, mais uma vez se viu que o interesse era aparecer. Ficou claro o que é importante para esta concelhia.
Havia tempo para fazer mais e melhor. Mas não é isso que interessa.
O tempo de fazer queixinhas e de dizer que os outros meninos são maus acabou.
Um líder ou um presidente não é necessariamente a mesma coisa.
Um líder estabelece um caminho e procura quem o queira seguir. Na Figueira não é assim.
Para terminar repito mais uma vez, o que já disse em diversas ocasiões: Nãos se trata de pessoas mas sim de políticas. O problema é que as pessoas não mudam, não apreendem e cada vez mais as politicas são eles próprios.
Um partido, uma só voz? Nestas condiçoes nem pensar.
Por mais oportunidades ( por mérito próprio ou pelo desenrolar das circunstancias) que a politica dê a Lidio Lopes este não consegue dar um passo em frente.
Não sai de lugares comuns. Quando mexe é sempre para lamentar ou para se queixar dos outros ou do passado.
A sua relação com a derrota nas autárquicas é sintomática. A sua atitude depois da derrota deixa poucas dúvidas sobre este percurso.
Duarte Silva teve muitas responsabilidades na derrota? Claro que sim.
Mas não foi esta a maior responsabilidade.
Com uma concelhia que soubesse o que andava a fazer – lembro que foram 4 anos miseráveis, um mandato – Duarte Silva tinha ganho. Poucas pessoas têm dúvidas. Do PSD à oposição.
Aliás que se saiba apenas relativamente a presença de Lidio Lopes nas listas houve uma tomada de posição. Não o queriam.
Os descontentes com Duarte Silva eram, na maioria, aqueles que julgavam que este não se iria recandidatar e assim poderiam formar uma lista à sua medida.
Muitos saíram do concelho de opinião ou de outros “sectores” do PSD. Muitos não perdoam que lhes tenham negado a “glória”. Aquele era o seu momento.
Os que achavam que teriam de ser presidentes, aqueles que querem chegar a casa de motorista – o top da carreira e da pobreza de espírito -, aqueles que já sendo velhos queriam ser vereadores da juventude e muitos mas muitos etcs.
Todo este cenário demonstra que a vitória era possível. Numa derrota previsível ninguém quer ir à frente. Aqui havia muitos.
Passada a eleição o percurso continuou a ser errático.
Agora com o concelho de opinião a quadratura do vazio ficou completa.
Pior.
Nas jornadas de reflexão realizadas na quinta da rolas ficou claro a posição de cada um.
A intervenção do Presidente da Junta de Freguesia dos Moinhos da Gandara foi excelente.
Houve ainda outros autarcas que tiveram importantes intervenções, não só sobre as suas dificuldades como também sobre aspectos que teriam de ser discutidos e analisados.
Outros prefiro não comentar.
Mas, mais uma vez se viu que o interesse era aparecer. Ficou claro o que é importante para esta concelhia.
Havia tempo para fazer mais e melhor. Mas não é isso que interessa.
O tempo de fazer queixinhas e de dizer que os outros meninos são maus acabou.
Um líder ou um presidente não é necessariamente a mesma coisa.
Um líder estabelece um caminho e procura quem o queira seguir. Na Figueira não é assim.
Para terminar repito mais uma vez, o que já disse em diversas ocasiões: Nãos se trata de pessoas mas sim de políticas. O problema é que as pessoas não mudam, não apreendem e cada vez mais as politicas são eles próprios.
Um partido, uma só voz? Nestas condiçoes nem pensar.
2010/10/14
Devagarinho
Não sou muito dado a datas. Posso até estar enganado na cronologia.
Mas,
Se bem me lembro um dos temas da campanha interna nas eleições para concelhia de 2007, entre Lidio Lopes Vs Paulo Pereira Coelho e posteriormente Pedrosa Russo era precisamente a questão Duarte Silva.
Esta questão servia mesmo de arma de arremesso.
Lidio Lopes apoiava a recandidatura de Duarte Silva ( se este assim o entendesse)
Paulo Pereira Coelho, ao que me lembro, dificilmente o faria.
Pedrosa Russo, quando entrou em campanha, tentou acabar com essa questão garantindo que se Duarte Silva se recandidatasse teria a seu apoio.
Manuela Ferreira Leite só mais tarde foi eleita líder do PSD.
Se for assim, o problema foi a “imposição” de Ferreira Leite ou a composição das listas
Só posso estar enganado!
Mas,
Se bem me lembro um dos temas da campanha interna nas eleições para concelhia de 2007, entre Lidio Lopes Vs Paulo Pereira Coelho e posteriormente Pedrosa Russo era precisamente a questão Duarte Silva.
Esta questão servia mesmo de arma de arremesso.
Lidio Lopes apoiava a recandidatura de Duarte Silva ( se este assim o entendesse)
Paulo Pereira Coelho, ao que me lembro, dificilmente o faria.
Pedrosa Russo, quando entrou em campanha, tentou acabar com essa questão garantindo que se Duarte Silva se recandidatasse teria a seu apoio.
Manuela Ferreira Leite só mais tarde foi eleita líder do PSD.
Se for assim, o problema foi a “imposição” de Ferreira Leite ou a composição das listas
Só posso estar enganado!
2010/10/13
Falta de tempo
A falta de tempo e problemas informáticos não tem permitido postar.
Talvez no fim de semana possa fazer um apanhado destes últimos meses.
Relativamente ao PSD figueirense não será bem um apanhado. Será mais uma síntese e
uma conclusão.
Triste, demasiado triste o que se têm passado.
Talvez no fim de semana possa fazer um apanhado destes últimos meses.
Relativamente ao PSD figueirense não será bem um apanhado. Será mais uma síntese e
uma conclusão.
Triste, demasiado triste o que se têm passado.
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