A apresentar mensagens correspondentes à consulta china ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
A apresentar mensagens correspondentes à consulta china ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens

2010/11/08

Nojo


As capas dos jornais dão conta da disponibilidade dos chineses para nos ajudarem.

Esta gentalha chegou ao ponto em que vende tudo e hipoteca o que tem e não tem.

A falta de dignidade política chegou ao ponto de contaminar a própria dignidade do estado.

O jornalismo acéfalo e subserviente não demonstra o mínimo espírito crítico.

Ao contrário do que se vai ouvindo e lendo o problema não são as participações chinesas em determinadas empresas. Desde que, obedeçam aos critérios legais uma participação chinesa, russa ou americana não são muito diferentes.

O que se joga não são participações económicas. São participações políticas.

Numa altura em que se discute cada vez mais os problemas da globalização, da liberalização económica e do ajustamento que as economias emergentes tem/devem fazer as regras do mercado, sejam elas laborais, ambientais e, em muitos casos concorrenciais ( onde se inclui a contrafacção, e a qualidade das matérias primas utilizadas na produção de determinados produtos) a “compra de politicas e subserviências” são aquisições de valor incalculável.

A china não está a inovar. Basta ler o que se tem escrito – e bem – sobre as relações estados unidos china e china com países africanos e árabes para perceber que se trata de um padrão e de uma forma de fazer politica.

Esta política da china é inteiramente legítima. Defende os seus interesses. O que não é legítimo é a actuação do governo português e da União Europeia.

A dignidade do pessoal e do Estado não deveria ter preço. Em Portugal está em saldo.

Nota: se fossem americanos já a extrema-esquerda estava com o pito aos saltos. No fundo só o cheiro é diferente.

Onde ficam agora os interesses dos trabalhadores.

2011/10/28

Por baixo da espuma dos dias que correm



Procurem o que foi escrito por gente que realmente sabe do assunto no final da década de 90 e anos seguintes sobre a Europa, países emergentes e globalização. Esta gente não sabe o que anda a fazer.